quarta-feira, 27 de maio de 2020

Curso Prevenção e controle de infecções (PCI) causadas pelo novo coronavírus (COVID-19)



Prevenção e controle de infecções (PCI) causadas pelo novo coronavírus (COVID-19) UFRN / SEDIS / LAIS / EBSERH / HUOL / REDE / DEB / ICDE / OPAS / MS



Este curso fornece informações sobre o que os serviços de saúde devem fazer para estar preparados para responder no caso de surgimento de um vírus respiratório, como o novo coronavírus. É importante que o profissional saiba como identificar um caso e como aplicar adequadamente as medidas de prevenção e controle para garantir que não resultem em mais infecções entre os profissionais de saúde e pacientes.
Este curso abordará as medidas necessárias de prevenção e controle de infecção para:
·         Estar preparados e prontos para responder caso ocorra um surto, especificamente de COVID-19.
·         Reduzir o contágio entre pessoas através da implementação e prática das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o controle de infecção.
·         Identificar, isolar e notificar os casos suspeitos e confirmados.

Objetivos

Ao final deste curso, os participantes deverão ser capazes de:
·         Definir "Prevenção e controle de infecções" ("PCI", sigla em português, ou "CPI", sigla em inglês) e seu papel em termos de preparação, prontidão e resposta;
·         Descrever a atual situação epidemiológica do COVID-19, com definições de casos e sinais/sintomas;
·         Definir as medidas de controle da fonte de infecção, administrativas, técnicas e ambientais;
·         Conhecer as medidas de prevenção e controle da infecção recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os serviços de saúde, incluindo os casos suspeitos ou confirmados de COVID-19;
·         Estabelecer e implementar medidas complementares de prevenção e controle da infecção para colaborar na preparação geral do serviço de saúde.

Organização do conteúdo

O módulo educacional é composto por 6 unidades:


·         Apresentação;
·         Preparação, prontidão e PCI;
·         Novo coronavírus: características epidemiológicas, fatores de risco, definições e sintomatologia;
·         PCI no contexto da COVID-19: precauções de rotina, precauções baseadas no modo de transmissão e recomendações específicas para a COVID-19;
·         Recursos sobre o COVID-19 e colaboradores;
·         Avaliação.

Revisor técnico-científico do módulo educacional no AVASUS:

Dra. Mônica Bay, Médica Infectologista e Professora da UFRN


Elaborador das questões do item Avaliação:

Dra. Mônica Bay, Médica Infectologista e Professora da UFRN


 Este curso é uma tradução para o português da versão traduzida para espanhol (original em inglês), disponível em:




quinta-feira, 21 de maio de 2020

O que é, de onde veio e como surgiu o coronavírus.


Arma biológica criada pelos chineses em laboratório, vacina contra o HIV que deu errado ou vírus transmitido pelo morcego. Afinal, de onde surgiu o novo Coronavírus? Com quase 20.047 mortes confirmadas no Brasil até o dia 21 de maio e no mundo todo são 332.425 morte com 5.076.846 casos confirmados, todos estão sendo afetados pelo novo Coronavírus – o causador da COVID-19, que pode ser confundida com uma gripe ou ocasionar insuficiência respiratória. No entanto, a origem da doença ainda pode confundir muita gente.

O que é o coronavírus?

O vírus faz parte de uma família de vírus que causam infecções respiratórias que foram descobertos em 1937. Em 1965, quase trinta anos depois do primeiro isolamento da infecção, o vírus foi nominado como “coronavírus” por ser semelhante a uma coroa quando visto de um microscópio. Em dezembro de 2019, foi registrada uma nova variação do vírus, o SARS-CoV-2, responsável pela pandemia mundial.
Como surgiu o Coronavírus

Ainda não há comprovações científicas que demonstram como o Coronavírus surgiu na espécie humana. Mas, muitas pessoas, e até mesmo o ganhador do prêmio Nobel de Medicina de 2008, acreditam que o vírus foi criado nos laboratórios chineses. As teorias da conspiração variam entre a criação de uma arma biológica para melhorar a economia do país e uma vacina contra o HIV que não deu certo e “escapou”.

A humanidade conhece a família dos coronavírus já há bastante tempo. Ela foi identificada pela primeira vez em 1937 e descrita especificamente como corona em 1965, quando se conheceram suas características morfológicas. O nome "corona" veio a partir da observação do vírus no microscópio: sua imagem se assemelha à de uma coroa. Existem dezenas de tipos de coronavírus —a maioria deles infecta apenas animais. Mas coronavírus foram causa de duas epidemias recentes que provocavam síndromes respiratórias graves em seres humanos: a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars), de 2003, e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers), de 2015. A atual pandemia é causada por um coronavírus.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em 30 de janeiro de 2020, que o surto da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional – o mais alto nível de alerta da Organização, conforme previsto no Regulamento Sanitário Internacional. Em 11 de março de 2020, a COVID-19 foi caracterizada pela OMS como uma pandemia.




GLÙTEN O VENENO NOSSO DE CADA DIA

O Glúten vira cola no intestino e provoca diversas complicações.


Nas gôndolas dos supermercados nota-se que mais da metade dos produtos alimentícios oferecidos e a base da alimentação produzida pela industria está firmada em cima de tres produtos altamente problemáticos. São eles o trigo(Glúten) o açúcar(sacarose) e as gorduras(especialmente as margarinas) agora com novo nome= gordura vegetal interesterificada. Este último substituindo um nome antigo mas que é a mesma coisa - hidrogenada.

Problemas relacionados ao consumo de glúten 



· Intolerância alimentar: o glúten é uma cola que adere as paredes

 intestinais e vai bloqueando o funcionamento do intestino. Os primeiros sintomas são

 intolerância alimentar, desconforto abdominal, gases e retenção de líquidos.

· Obesidade: Com o metabolismo lento não se processa devidamente os alimentos tendo como conseqüência o acúmulo de gordura abdominal.

· Baixa imunidade: afeta o sistema imunológico favorecendo doenças auto-imunes.
· Intoxicação e enxaqueca: o metabolismo estagnado dificulta a eliminação das toxinas elevando o risco de doenças como dores de cabeça e enxaquecas.

· Açúcar: Como o glúten é aliado do açúcar, sequestrador do cálcio, aumentam os riscos de osteoporose, cáries, ranger de dentes, insônia, hipertensão e colesterol alto.