quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O que você sabe sobre a Vitamina D

Vitamina D é o nome geral dado a um grupo de compostos lipossolúveis que são essenciais para manter o equilíbrio mineral no corpo

Consumo recomendado

Em novembro de 2010, o Instituto de Medicina dos EUA (IOM, sigla em inglês), divulgou as recomendações atualizadas de consumo dietético de cálcio e vitamina D para a América do Norte (EUA e Canadá). A atualização aumentou significativamente as recomendações de consumo de vitamina D com base em evidência sólida de sua função em suportar a saúde óssea, e estabeleceu um Consumo Dietético Recomendável (RDA, sigla em inglês) de 600 unidades internacionais (UI) por dia para todos os norte-americanos de 1 a 70 anos, incluindo mulheres grávidas ou lactentes, e 800 UI para pessoas de 71 anos ou mais. A recomendação para pessoas de 71 anos ou mais foi definida a um nível mais alto reconhecendo as possíveis mudanças no corpo das pessoas, conforme elas envelhecem.
Fontes de vitamina D
A maioria das pessoas poderia satisfazer suas necessidades de vitamina D pela exposição ao sol, pois a vitamina é produzia endogenosamente quando os raios ultravioletas da luz solar atingem a pele e acionam a síntese de vitamina D. No entanto, como muitas pessoas atualmente passam pouco tempo ao ar livre e aquelas que fazem isso tendem a usar protetor solar como uma medida para evitar o câncer de pele, a maioria dos indivíduos precisa consumir vitamina D por meio da dieta, incluindo alimentos e bebidas fortificados com vitamina D ou suplementos que satisfaçam suas necessidades de vitamina D.
Alimentos que são fontes naturais de vitamina D incluem peixes gordos ou oleosos, como salmão, atum e maquerel, óleos de fígado de peixe e gema de ovo. Consequentemente, alimentos e bebidas fortificados fornecem uma grande parte de vitamina D da dieta americana. Os alimentos que têm permissão para serem fortificados com vitamina D nos Estados Unidos incluem farinhas de cereal e produtos relacionados, leite e produtos lácteos, além de sucos de fruta e bebidas fortificadas com cálcio. Quase todo o suprimento de leite dos EUA é fortificado com vitamina D em um nível de 385 UI/L (ou 400 UI/quarto de galão). Outros produtos lácteos, como queijo e sorvete, não precisam ser fortificados com vitamina D. Os níveis máximos de vitamina D adicionada são especificados por regulamentos. Suplementos também podem ter uma função em ajudar os indíviduos a atingir níveis adequados de vitamina D.
Existem duas principais formas de vitamina D, conhecidas como vitamina D2 e vitamina D3. D3 é a forma sintetizada na pele dos humanos e consumida na dieta em forma de alimentos com base em animais. A Vitamina D2 é produzida por algumas plantas, como cogumelos expostos à luz ultravioleta. Tanto a D2 quanto a D3 são fabricadas comercialmente para uso em suplementos dietéticos e alimentos fortificados. Segundo o IOM, as diferenças entre D2 e D3 não afetam o metabolism da vitamina, e ambas as formas demonstraram exibir respostas idênticas no organismo, além de a potência relacionada à capacidade de curar raquitismo por deficiência em vitamina D ser a mesma.




Referências
IOM (Institute of Medicine). 2010. Dietary Reference Intakes for Calcium and Vitamin D. Food and Nutrition Board. Washington, DC: National Academies Press. http://www.nap.edu/openbook.php?record_id=13050
Vitamin D. Office of Dietary Supplements – National Institutes of Health. For information about vitamin D supplementation:http://ods.od.nih.gov

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

AS 10 PRINCIPAIS DOENÇAS DOS IDOSOS NO BRASIL

De acordo com o IBGE, 3 em cada 4 idosos têm alguma doença crônica, ou seja, uma doença de curso arrastado, boa parte delas incurável.
        As doenças infecciosas e os acidentes continuam a ser importantes, mas a maior parte da carga de doença da terceira idade no Brasil é por causa das doenças crônicas não transmissíveis, como o diabetes mellitus e as consequências da hipertensão arterial.


Essas são as 10 doenças que mais prejudicam a saúde dos idosos brasileiros:
  1. Infarto, angina e seus amigos (11,8%) — A doença cardíaca isquêmica consiste no entupimento (ou, muito raramente, num espasmo) das artérias coronarianas, que levam o sangue ao coração.
  2. AVC (9,9%) — A doença cerebrovascular consiste não apenas no derrame (AVC), mas também em outras formas menos dramáticas, mas que também prejudicam a autonomia do idoso.
  3. Diabetes mellitus (5,9%) — Essa doença dispensa apresentação, e já escrevi um bocado sobre ela. Com o envelhecimento da população, espera-se um aumento cada vez maior do número de diabéticos. (Leia também: Como prevenir o diabetes mellitus.)
  4. Enfisema pulmonar e bronquite crônica (5,6%) — Já descrevi o DPOC no artigo sobre as 10 principais doenças da mulher brasileira. Espero que ao longo das próximas décadas o problema comece a diminuir, como consequência do combate ao tabagismo.
  5. Mal de Alzheimer e outras demências (4,2%) — Não é normal o idoso ficar gagá. Repito: não é normal. O esquecimento pode ter outras causas além da demência; o mais comum é uma depressão, mas também pode ser uma doença no corpo. (Leia também: Como saber se você está com depressão.)
  6. Perda de audição (3,3%) — OK, isso não é bem uma doença, é uma condição crônica. Algumas pessoas realmente perdem a audição com a idade, e o aparelho de audição pode ajudar muito na reintegração dessas pessoas à sociedade. Mas às vezes a coisa é mais simples: ouvido entupido por cera. (Dica: não use cotonete dentro do ouvido!)
  7. Doença cardíaca hipertensiva (3,3%) — Você reparou que a hipertensão não apareceu até agora? Se fosse só a pressão ficar alta, não haveria problema algum. Mas uma pressão arterial elevada por anos a fio pode causar uma série de doenças; já citamos o infarto e o derrame, mas o próprio músculo do coração pode adoecer, causando a doença cardíaca hipertensiva. Num grau mais avançado, isso vira insuficiência cardíaca, ou seja, coração inchado. (Existem outras causas de insuficiência cardíaca além da doença cardíaca hipertensiva.)
  8. Pneumonia (2,7%) — Muita gente não sabe, mas a vacina contra a gripe (suína ou comum) também previne pneumonia; esse é um dos motivos dos idosos a receberem. Existem outras vacinas que poderiam ajudar, mas prefiro não discutir hoje se vale a pena ou não tomá-las. Outra forma de prevenir a pneumonia é cuidar de outras doenças, para que a pessoa não fique acamada ou de outra forma debilitada.
  9. Osteoartrose (2,6%) — Esse é o tipo mais comum de reumatismo; ao contrário do que muita gente acha, não é a mesma coisa que osteoporose. Para saber mais sobre essa diferença, leia o início do artigo Como prevenir a osteoporose. Daqui a dois dias pretendo escrever sobre uma série de estudos que avaliou um dos medicamentos mais usados contra a osteoartrose.
  10. Catarata (2,2%) — O olho humano tem uma lente, chamada cristalino, por onde a luz passa para chegar até a retina. Com a idade o cristalino fica cada vez menos transparente, mas o tratamento cirúrgico só deve ser feito se a catarata estiver incomodando a pessoa.

Assim como nas listas anteriores, os números entre parênteses representam a participação da doença na carga total de doença dos idosos brasileiros, medida em anos de vida perdidos, com um ajuste para o grau de incapacidade dos doentes que estão vivos, e levando em consideração o número de pessoas afetadas.
        A maioria das doenças da lista pode ser prevenida e/ou adiada com um estilo de vida saudável e tratamentos adequados, mas geralmente não é possível evitar completamente a doença, e uma vez que a pessoa tenha, é para sempre. Nesse contexto, é importante privilegiar ações preventivas e de tratamento e recuperação que preservem a autonomia da pessoa idosa, ou seja, que permitam à pessoa continuar desempenhando suas atividades sem depender da ajuda dos outros.

domingo, 11 de janeiro de 2015

A SAÚDE É O BEM MAIOR QUE TEMOS

O seu valor é incalculável; quando estamos saudáveis não pensamos nisso, mas quando a doença se instala, pagamos o que podemos e o que não podemos para restabelecê-la.
Este Blog vai trazer à tona as verdades e mitos sobre nossas fontes de vitaminas.
Debates e divulgação de materiais de pesquisas informativas para os fiéis leitores sem manterem bem informados.
Trabalho na Prevenção a saúde a 2 anos, e através de estudos e muita horas de leitura e dedicação, descobri razões para o surgimento de tantas doenças e os responsáveis pela doenças que matam jovens e idosos ( Hipertensão e Diabetes),

 o que seria algo assim tão presente e que agi silenciosamente?.